Hoje fizemos a apresentação do projeto para duas turmas da Escola Municipal Manoel Henrique Borges. Como sempre é muito prazeroso falar com as crianças. Sempre atentas, elas questionam, fazem observações e no final dizem: "Eu vou ser Aluno Amigo do Mar". Na verdade, para nós, esta é melhor parte. Quer dizer que entenderam tudo o que passamos a elas.
Um fato que nos deixou ainda mais contentes, foi que a Samila (ai embaixo) nos contou que quando ela vai a praia com a mãe, elas recolhem o lixo, mesmo aquele que não foram elas que deixaram. PARABÉNS SAMILA!!!! Ela já é uma Aluna Amiga do Mar.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Volta às aulas
Amigos, agora que as aulas recomeçaram, voltaremos também com nossas visitas às escolas, levando aos estudantes o projeto "Aluno Amigo do Mar". Amanhã, faremos uma apresentação na Escola Manoel Henrique Borges, e será um dia pra lá de importante. Sabem por quê? O Jornal A Notícia irá nos acompanhar e fará uma matéria. Legal né?
terça-feira, 26 de julho de 2011
Os gigantes de nosso mar barra-sulense
Amigos, o nosso mar traz surpresas todos os dias. Dessa vez vamos mostrar pra vocês um carangueijo, um siri e uma lula gigante. Mas gigante mesmo! Todos tamanho GG. Nunca tínhamos visto espécies assim tão grandes. O carangueijo foi nos fazer uma visita na prefeitura.
A lula foi capturado pelo pescador Iris enquanto fazia o arrasto de camarão próximo à Boca da Barra.
O siri foi pego na rede do pescador Isaías.
A lula foi capturado pelo pescador Iris enquanto fazia o arrasto de camarão próximo à Boca da Barra.
O siri foi pego na rede do pescador Isaías.
Para continuarmos a ver esses "bichões" todos os dias, temos que cuidar do nosso mar.
LEMBREM SEMPRE DISSO!
domingo, 24 de julho de 2011
Os nossos Sambaquis
Amigos, vocês sabiam que Bal. Barra do Sul também tem sambaquis? Aliás, vocês sabem o que é um sambaqui?
A palavra vem do tupi do tamba'kï; literalmente "monte de conchas". Os povos caçadores e coletores, primeiros habitar o litoral de Santa Catarina, consumiam os moluscos e amontoavam as cascas para morarem sobre elas, pois constituíam um local alto e seco. Ocupação após ocupação fez com que estes montes atingissem alturas fantásticas. O Estado de Santa Catarina possui os maiores sambaquis do mundo, espalhados por seu litoral, de norte a sul – alguns destes sambaquis chegam a atingir mais de 30 metros de altura.
Os nossos sambaquis não são tão altos, talvez porque no passado havia a exploração dessas jazidas arqueológicas para a fabricação de cal. Esta atividade de exploração calcária destruiu grande parte dos sambaquis, não só em Santa Catarina, mas em diversas partes do Brasil. Aqui foram feitas fornalhas para a queima das conchas. Essas ai de baixo ficam ao lado de um sambaqui.
É muito legal andar por um lugar que há milhares de anos alguém já morou. Saber que ali viviam muitos índios. Então, para que os sambaquis fiquem por muitos anos ainda, vamos cuidar deles. Quando se depararem com algum, não joguem lixo e nem tirem as conhas. Vamos preservar o que os nossos antepassados deixaram.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Uma visita aos índios
Amigos do mar, estivemos na comunidade indígena Guarani, que fica no bairro Conquista, aqui mesmo em Bal. Barra do Sul. Na semana passada eu, Sabrina, tinha feito um primeiro contato com o o índio Felipe, para apresentarmos o projeto Aluno Amigo do Mar para a comunidade dele, então fomos lá.
Foi muito legal, nos receberam super bem. Ainda mais que o Salo contou que ele tem uma raíz indígena. Pois é! A bisavó dele era uma índia guarani.
Foi muito gratificante ver o interesse dos índios pela nossa apresentação, apesar de eles estarem no meio da natureza, eles ficaram encantados com as imagens dos pássaros nas ilhas. Agora nossa meta é levá-los para conhecer as ilhas.
Essa é a sala de aula deles. O Felipe está do lado do Salo, e eu, tirando a foto é claro...rs.
Foi muito legal, nos receberam super bem. Ainda mais que o Salo contou que ele tem uma raíz indígena. Pois é! A bisavó dele era uma índia guarani.
Foi muito gratificante ver o interesse dos índios pela nossa apresentação, apesar de eles estarem no meio da natureza, eles ficaram encantados com as imagens dos pássaros nas ilhas. Agora nossa meta é levá-los para conhecer as ilhas.
Essa é a sala de aula deles. O Felipe está do lado do Salo, e eu, tirando a foto é claro...rs.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Acampamento nota 10
Amigos do Mar, depois de passarmos pelo rancho do Samuca e do Zé, fomos dar uma olhada no acampamento da família Persike, lá pras bandas do Caitê, as margens do Canal do Linguado. Nem preciso dizer que são todos pescadores, e que vivem do que pescam, até as mulheres. E eles estão de parabéns. Sabem por quê? Porque estão cuidando muito bem da área que estão acampados: limpeza nota 10. O Marques nos contou que até as madeiras eles trouxeram de casa para não cortar nenhuma árvore. Então vejam como é divertido acampar sem prejudicar o meio ambiente. A imagem aí de baixo é a entrada do acompamento, percebam no canto direito um latão para depositar o lixo, que depois será levado para casa, não ficará nada ali.
Vocês devem estar se perguntando o porque de postarmos esse acampamento no blog.
Porque eles são pessoas conscientes e preservam a limpeza no meio da floresta. Notem, na imagem abaixo, que não tem nenhum lixo pelo chão, e olhe que chegamos lá sem avisar.
Esse acampamento é tão evoluído que tem até cozinha, quartos, banheiro. Até o mascote deles tem barraca.
Claro que em todo acampamento de pescador tem que ter peixe, e nesse não é diferente. Eles pescavam e botavam os peixes pra defumar. Aliás, comida é que não falta pra esses pescadores.
Até deu vontade de comer uma comida típica de acampamento: linguiça assada na brasa.
Depois de comer, e muito bem, nos despedimos deles com um convite para voltar e acompanhá-los na pesca. Quem sabe!
Na partida tivemos a companhia da Alzira, uma pescadora de primeira.
E claro, em todas as nossa aventuras, captamos imagens belíssimas de nossa querida Balneário Barra do Sul. Vejam o trinca-réis-real.
Vocês devem estar se perguntando o porque de postarmos esse acampamento no blog.
Porque eles são pessoas conscientes e preservam a limpeza no meio da floresta. Notem, na imagem abaixo, que não tem nenhum lixo pelo chão, e olhe que chegamos lá sem avisar.
Esse acampamento é tão evoluído que tem até cozinha, quartos, banheiro. Até o mascote deles tem barraca.
Claro que em todo acampamento de pescador tem que ter peixe, e nesse não é diferente. Eles pescavam e botavam os peixes pra defumar. Aliás, comida é que não falta pra esses pescadores.
Até deu vontade de comer uma comida típica de acampamento: linguiça assada na brasa.
Depois de comer, e muito bem, nos despedimos deles com um convite para voltar e acompanhá-los na pesca. Quem sabe!
Na partida tivemos a companhia da Alzira, uma pescadora de primeira.
E claro, em todas as nossa aventuras, captamos imagens belíssimas de nossa querida Balneário Barra do Sul. Vejam o trinca-réis-real.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Uma visita no rancho do Samuca e do Zé
Amigos do mar, formos fazer uma visita a dois pescadores, o Samuca e o Zé da Alzira, que estão há mais de 50 dias num rancho, distante de casa. O rancho desses pescadores, que são um dos mais antigos em atividade aqui em Balnéario Barra do Sul, fica pra dentro do Canal do Linguado. Pra chegar lá só de barco. Nem precisamos dizer que a viagem até lá é maravilhosa: a paisagem é linda! Aqui, ainda há pescadores como eles, que ficam longe de casa, acampados, somente para pescar, principalmente na época da tainha. Mas queremos enfatizar que os dois cuidam muito bem do lugar. Tanto, que o lixo eles tinham empacotado pra levar de volta pra casa e dar o destino correto. Olha eles ai, vieram nos receber na frente do rancho.
A dupla estava muito feliz com a pesca desta temporada. Segundo Samuca, foi graças a fiscalização feita pela Secretaria de Pesca, que confiscava as redes irregulares dentro do canal. Deixa eu explicar: a equipe da secretaria fazia a fiscalização para averiguar se havia redes colocadas em locais irregulares, pois essas dificultavam a navegação. A maioria desses apetrechos eram de pessoas que não possuiam a habilitação para pescar. Então a equipe confiscava. Claro que essa fiscalização é possível devido a uma lei municipal. Agora que já entenderam o porque da alegria do Samuca, vamos voltar para o rancho dele. Na imagem abaixo está o Salo (jaqueta verde), o Samuca, o Eduardo (da Epagri, ele nos acompanhou) e o Zé, mostrando a pescaria do dia (uma parte, é claro). Ah! Eu estou atrás da câmera, claro.
Para quem gosta de acampar, esse lugar é muito bonito. Ali se tem tudo o que precisa: um fogão a lenha, cama, comida (peixes são pescados e feitos na hora), natureza e muita paz. Olhem só como é um rancho de pescador.
Simples não é mesmo? Mas eles tem muito orgulho de ficar nesse rancho e pescar. Mas enquanto nós conversávamos com os pescadores, uma SURPRESA. Apareceu na árvore um pica-pau-cabeça-vermelha. O próprio Samuca nos disse que durante a estada dele no rancho, ainda não tinha visto nenhum, somente uns macacos. Vejam as imagens e aproveitem o vídeo.
Curtiram as imagens? Então, para que sempre possamos ver esse pássaro, temos que cuidar da natureza. NÃO MALTRATE OS BICHINHOS, diz o Samuca ai embaixo.
A dupla estava muito feliz com a pesca desta temporada. Segundo Samuca, foi graças a fiscalização feita pela Secretaria de Pesca, que confiscava as redes irregulares dentro do canal. Deixa eu explicar: a equipe da secretaria fazia a fiscalização para averiguar se havia redes colocadas em locais irregulares, pois essas dificultavam a navegação. A maioria desses apetrechos eram de pessoas que não possuiam a habilitação para pescar. Então a equipe confiscava. Claro que essa fiscalização é possível devido a uma lei municipal. Agora que já entenderam o porque da alegria do Samuca, vamos voltar para o rancho dele. Na imagem abaixo está o Salo (jaqueta verde), o Samuca, o Eduardo (da Epagri, ele nos acompanhou) e o Zé, mostrando a pescaria do dia (uma parte, é claro). Ah! Eu estou atrás da câmera, claro.
Para quem gosta de acampar, esse lugar é muito bonito. Ali se tem tudo o que precisa: um fogão a lenha, cama, comida (peixes são pescados e feitos na hora), natureza e muita paz. Olhem só como é um rancho de pescador.
Simples não é mesmo? Mas eles tem muito orgulho de ficar nesse rancho e pescar. Mas enquanto nós conversávamos com os pescadores, uma SURPRESA. Apareceu na árvore um pica-pau-cabeça-vermelha. O próprio Samuca nos disse que durante a estada dele no rancho, ainda não tinha visto nenhum, somente uns macacos. Vejam as imagens e aproveitem o vídeo.
Curtiram as imagens? Então, para que sempre possamos ver esse pássaro, temos que cuidar da natureza. NÃO MALTRATE OS BICHINHOS, diz o Samuca ai embaixo.
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